sábado, 23 de fevereiro de 2013

O nosso templo interior

Que as palavras do silêncio levem a força e vigor;
Assim entre o bem e a fraternidade.
Ó Malhete do Oriente e Ocidente.

Ora Pedra bruta de África ora Cinzel da América;
E Colunas da Europa com o Compasso da Ásia.
Faz da pele da Paz o mapa Universo.

Semeia por teu cuidado tudo que amas,
O vento leve pelo ar do Delta
Segue a Estrela de 5 pontas
Vê como a Luz muda a tua direção


Pedro Abreu

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A Minha forma de Amar

Amo com toda a força do meu ser
amo no momento e em toda a vida.
Amo no passado, no presente, no futuro
amo no início e no fim.
Amo na tristeza e na alegria
na verdade e na mentira.
Amo no branco, no preto, no cinzento
amo colorido e incolor.
Amo opaco, baço, inodoro
amo na audição e no mutismo.
Amo na presença, na distância
no aconchego e na ausência.
Amo nas horas, minutos e segundos
dias, semanas, meses e anos
amo no nunca e na eternidade.
Amo no sim, amo no não
amo também no talvez
na dúvida e na certeza
na utopia e no dogma
amo em alfa e em ómega
analfabeto e erudito.
Amo na escassez e abundância
amo muito com pouco
amo tudo com nada.
Amo pelo simples facto de amar.
Mas o meu amor não é correspondido
porque talvez
não se deva amar assim.
 

IN - APRENDIZ DE POETA - EMANUEL LOMELINO - TEMAS ORIGINAIS
 
 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O Amor que ainda não aconteceu

Encontro-me mergulhada na escuridão
Na sombra de um amor...
que ainda não aconteceu.

Passam os dias,
os minutos,
os segundos
e...
lá no alto...
a lua brilha acomodada
no frio deste longo inverno.

Sinto-te tão perto...
tão longe...
curiosamente...
tao junto a mim.

Caminhamos lado a lado,
caminhos separados...
que se cruzam.

Sussurro-te:
Sou tua.

Sorris.

Afinal fui sempre eu.
Foste sempre tu.

A palavra amor ...
nunca fará tanto sentido
como... contigo.

Anjo endiabrado
Diabo de asa branca...

Meu amor...


Marisa Pereira Leitão, Pseudónimo literário de Sílvia Nunes.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ser Angolana


A alegria não contida
A boa fé tão espontânea
A vida toda num sorriso
Que se festeja dia a dia

 
Ao som do semba dolente
Suor e dor da minha gente
Que não perde a alegria

 
É a cor, tradição e ritmo
Carregada de sentires

 
É o orgulho imenso de dizer
Faço parte desta terra
E com orgulho afirmar
Eu sou Angolana!
 

Ana Casanova

sábado, 2 de fevereiro de 2013

























Aqui ficam as fotos da apresentação do Livro "Acordar Vivo" no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Forte da Casa.