terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O autor Ricardo Bragança Silveira e a Junta de Freguesia do Forte da Casa têm o prazer de vos convidar para a Apresentação do Livro "Acordar Vivo" no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Forte da Casa.

Morada: Rua Padre Américo, n.º2 – A - 2625-391 Forte da Casa

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Prefácio do Livro "Acordar Vivo" por Ana Casanova

Foi com surpresa e satisfação que recebi o convite do meu querido amigo Ricardo Bragança Silveira, para escrever o prefácio do seu livro de Poesia “Acordar Vivo”.

Respondi prontamente a este “desafio”, já que é a primeira vez que faço um prefácio de um livro não logicamente por esse factor mas e principalmente, pelo prazer que o mesmo constituiu.

Falar do Ricardo Bragança Silveira para mim é fácil na medida em que fui conhecendo o homem/Poeta/Amigo, de forma progressiva e natural considerando-o um ser humano especial e com valores que se traduzem nas palavras que constituem a sua poesia.

Honra, Amizade, Amor, Lealdade, fluem, nos gestos do Homem que se expressa em verso.

Encontrei no “Acordar Vivo” o homem batalhador, sonhador, empreendedor, resistente, amigo, irmão e filho, pois a família é muito importante para ele.

Um Homem com projectos e ideais e que traça o seu próprio caminho e se aventura “De Dia”, pois o Sol ajuda com o seu imenso calor mas num “Estranho Acordar”, onde objectividade/ subjectividade se misturam numa “Eterna Insatisfação”, num apelo ao valor do Amor e do Bem que a vida tem.

Neste livro, encontramos o amor, o viver consciente com amizade, humildade e honra pois como refere “A vida é um dom”, vivida apenas por alguns.

Ele acredita na vida e tem Sonhos e Esperanças revelados em verso.

 Em Acordar Vivo”, podemos encontrar poemas, com preocupação de cariz social, onde o poeta revela o que sente no Mundo em que vive e nos apela a tomadas de consciência e à necessidade de reagirmos e tomarmos atitudes.

Refere também em “Palavras Malditas” o questionamento do valor das palavras ditas por dizer mas faz uso delas exactamente pela força que sabe elas possuem pelo poder da argumentação, tal como em Palavras Perdidas” refere no fundo a banalização actual no uso das mesmas, de quem as utiliza para “falar por falar”.

Directa ou indirectamente sugere em vários poemas, elementos da natureza, que nos remetem para a história da Pátria e da terra onde vive e que ama, perseguindo o seu sonho maior que é o fazer “ouvir-se” enquanto escreve.

O Poeta cria-se e recria-se em versos que nos encantam pela verdade e pureza dos seus sentimentos.

A sua forma poética é genuína e isso aproxima-o muito do leitor e é na reciprocidade do que dá e recebe que se alimenta e faz da vida,  a sua Poesia e da sua Poesia a vida com que sonha.

É pois desta forma, que me orgulho de estar ao seu lado como amiga e leitora, assistindo ao seu “nascimento” literário.

“Acordar Vivo” é pois a chamada de atenção de Ricardo Bragança Silveira para a realidade mostrando-nos a sua inquietação, querendo despertar e alertar para a urgência da tomada de decisões mas sempre perseguindo “Um Sonho” e preconizando valores, traduzidos neste “Eu, os Outros e o Mundo”, sempre com um sorriso e pela positiva, porque e citando-o:

 “ O SONHO DÁ-NOS FORÇA, DE LUTAR E ACREDITAR”.

Termino pois, agradecendo o prazer enorme que me concedeu ao poder desta forma apresentá-lo e à sua poesia, um mundo que lado a lado partilhamos.

Obrigada, Ricardo Bragança Silveira!
 

 

                                                                               Ana Casanova