quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Senta-te

Senta-te, contempla a vida
E disfruta do que tens
Porque tens uma ferida
Sempre que não vens
Viver sempre com vida.

Do baixo desse banco
Uma luz ténue tu contemplas
Porque é notória e sentida
A liberdade escurecida
De quando vives sem vida

O que queres fazer?
Levanta-te, levanta-te e encara
O que vês crescer
Nesse ténue horizonte
Que contemplas e que sente

Sim, sente. Algum problema?
O horizonte sente que te estás a afastar.
E por isso continuas sentado
Porque estás a calar
Aquilo que encaras ao longe
E te deixa consternado.

Tu, que estás sentado
É tempo de te levantar
Porque se ficas calado
Perante aquilo que vês
Caminhas para te ver
Lentamente a morrer.

É por isso que precisas
De te levantar imediatamente
Pois aquilo que tens em mente
É algo que tens de ver
Rapidamente a crescer.

É tempo de mudança
É tempo de acreditar
Porque o mundo só dança
Se quiseres ditar
As regras da perseverança…


Ricardo Bragança Silveira
4 de Janeiro de 2012

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