segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Que a noite de Natal seja inspiradora para os povos para a busca de um mundo mais justo e mais fraterno. Que o ano de 2013 seja o ano da união e da paz dos Homens.

domingo, 4 de novembro de 2012

Bombeiros Voluntários

Porque não só no Verão
Nos devemos lembrar deles
Aqui fica esta homenagem
Para cada um deles

Ser bombeiro voluntário é assim
Numa vida abenegada
O respeito vive em mim
De cada vez que saem para a estrada

Vida de bombeiro
Na luta pelo bem
A vida num formigueiro
Para quem o dom o tem

Louvo assim a coragem
De em prol dos outros viverem
Dando à vida uma miragem
Daquilo que realmente querem

O lema do bombeiro
Aquele que tem a alegria sentida
É como aquele Escudeiro
Dá a vida por vida.

Que seria de nós
Sem a ajuda preciosa
Destes que são a voz
Da vida sempre voluntariosa?

A vida destes soldados
Da paz diga-se bem alto
É vivida pelos dados
Lançados de bem alto.

Deixam a vida entregue ao destino
Para viverem como heróis
E quando ouvem o sino
Pelos olhos passam os viveres nos seus sóis.

Quando tomba um companheiro
Choram vivos a sua morte
E sentem e ouvem o conselheiro
Do destino que lhes calhou em sorte

Os soldados da paz
Que tanto por nós fazem
Vivem uma vida audaz
Com a vida que eles escolhem

Se não fossem os Bombeiros
Que seria de todos nós?
Numa coisa os destinos são certeiros
Que ninguém lutava por nós

Dar a vida por vida
É algo que respeito
A eles curvo-me perante a vida
Com a alegria no meu peito.
 

Ricardo Bragança Silveira
18 de Outubro de 2010

Acorda Sonhando

Abre-se um beijo
Um sorriso, um sonho.
Quando no amor eu ponho
A vida acordada
Que passa para ti com sede cantada

Eu quero sonhar
E sonho que te encontro
Nesse mundo distante
Numa vida a acelerar

E vais vivendo e eu também
Vais acordando, vais erguendo.
E eu olho mais além
Para sonhar que vou vivendo.

Vivo olhando para ti
E sonho acordar a dormir
Porque no sonho em si
Eu acordo e vivo
Para ao cimo subir.

Que queres tu?
Diz-me o que queres.
Se eu te puder dar o que sonhas,
Conseguirei juntar os seres
E para viver acordas.

Mas neste momento vives nas trevas
De um dormir sempre profundo
É preciso acordar as vozes
Que nem se calem um segundo
E correr com este mal
Que se apoderou do meu Portugal.


Ricardo Bragança Silveira
27 de Julho de 2011

domingo, 5 de agosto de 2012

Espelho Quebrado

Quero encarar a vida
Sempre num novo acordar
Porque a verdade sentida
É o sonho a calar.

Caminhando chego ao destino
Aquele com que projectei
O futuro e o caminho
Que eu também errei
Num silêncio quase profundo
Que amanhece num segundo.

Queria encontrar-te naquele lado
Que a vida deve ser vivida
Pois eu sonho acordado
Que a imagem sentida
É apenas um espelho quebrado.

O sonho tem este dom
Mas nem sempre entendido
Porque só ele tem o som
Do que é sempre vivido.

Deixa-te seguir viagem
Num momento fantástico
Mas segue nessa margem
Essa que vive plena
E que sonha bem serena.

No fundo todos nós
Vivemos num Espelho Quebrado
Porque é preciso sonhar
Que um dia vem o libertar
Deste sonho sempre largado.


Ricardo Bragança Silveira

segunda-feira, 7 de maio de 2012


    No próximo Sábado, dia 12 de Maio, pelas 16h em Alverca será a apresentação do meu livro "Acordar Vivo". Fica o convite para quem puder ir.

A Junta de Freguesia de Alverca do Ribatejo tem o prazer de vos convidar para a apresentação do livro "Acordar Vivo" de Ricardo Bragança Silveira, que terá lugar no próximo dia 12 de Maio, pelas 16 Horas, no Museu de Alverca, sito na Praça João Mantas em Alverca.



Lá vos espero amig@s... :)

segunda-feira, 5 de março de 2012

E pronto, foi lançado o livro "Acordar Vivo". Agora deixou de ser meu e passou a ser vosso. Foi um grande e maravilhoso momento, uma apresentação sublime da Ana Casanova Pinto, o Gonçalo que leu um dos meus poemas, o Emanuel, a Carla, a Sara, o António e o Xavier Zarco, que me brindaram com excelentes leituras de poemas do livro. Adorei tudo. Foi maravilhoso. Muito obrigado a todos os presentes. Beijinhos e abraços e ainda estou eufórico. :)






Quem foi espero que tenha gostado tanto como eu... :)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Amig@s, faltam 6 dias para o grande lançamento do meu livro de poesia "Acordar Vivo". Espero poder vir a contar com a vossa presença. Depois farei aqui um ponto de situação acerca do lançamento. A questão fica para cada um de vocês, vens ver ou vens viver?

sábado, 11 de fevereiro de 2012




O autor, Ricardo Bragança Silveira, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Acordar Vivo” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo domingo, dia 4 de Março, pelas 18:30.

Obra e autor serão apresentados pela poetisa Ana Casanova.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Excerto do Prefácio de "Acordar Vivo"

"Um Homem com projectos e ideais e que traça o seu
próprio caminho e se aventura “De Dia”, pois o Sol ajuda
com o seu imenso calor mas num “Estranho Acordar”,
onde objectividade/ subjectividade se misturam numa
“Eterna Insatisfação”, num apelo ao valor do Amor e do
Bem que a vida tem."

Por Ana Casanova Pinto

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pois é amigos, em Março será lançado o meu livro "Acordar Vivo" pela "Temas Originais". Ainda não sei qual será o dia do lançamento mas logo que saiba irei informar... Esta é a concretização de um sonho e espero poder continuar a partilhar com vocês os meus pensamentos e as minhas palavras. Fiquem atentos.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Segue Rodando

Segue rodando pela vida
E nós vemo-la seguir
Nessa vida esquecida
Que vemos cair.

Mas ela passa
E nós olhamo-la de fundo
E espera pelo momento que faça
Tudo acabar num segundo.

Senta-te aqui comigo
Vamos ver como passa
Engraçado como gira
Enquanto vives só contigo
E do fundo ela te admira.

Ah! Como eu gostava
De largar as correntes
Um esforço bastava
Para sermos experientes
Num sonho que acabava
Em momentos estridentes.

Ui! Queres estar aqui?
Então sai, e vai mais além
Porque daqui nada se vê.
E mesmo que venha alguém
Mostrar-te-á o mundo que vem.

Estou aqui para te acordar
E nem penses que vou desistir.
Mesmo que tenha de bem alto gritar
E fraco me comece a sentir
Terei algo para agarrar.

Vive o sonho de sonhar
Vive a vida a viver.
Não esqueças de contemplar,
Aquilo que queres esquecer
Para poderes afastar.

Eis chegados no momento
Em que juntos viveremos.
Não será um lamento
Mas o suficiente sofremos,
Por aquilo em que cremos.


Ricardo Bragança Silveira
12 de Janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A Noite

Pudesse eu caminhar
E ao infinito chegar
Iria logo bem cedo
Do cimo do meu ser
A tua alma sempre aquecer.

Esse infinito que não chega.
Quanto mais o tentas alcançar
Mais ele te quer afastar
De um momento só dele
E que tu irás calar…

Quero dizer-te o quanto
Te enganas sobre o futuro
Mas mesmo eu próprio nada sei
Do que está para lá do muro
Que tu vês como uma lei.

Não esqueças de sonhar
E não esqueças de viver
Porque quando eu puder caminhar
Para os teus braços vou correr
E ficar feliz a valer…

Quando olhas o horizonte,
Que sentes ao ver
O que está além do monte
Num adeus de viver
Num sonho sempre quente?

Eu queria gritar
E o ideal alcançar
Num momento só meu
Em te tiro o que é teu
E vivo um novo acordar.

Mas porque foges de mim?
Porque sonhas sozinha?
Sabes que quero viver
Mas se não te tornas minha,
Fica difícil a valer…

Pudesse eu caminhar
E tu correr
Verias a vontade
Que existe no acordar
Para assim te ver sofrer

Contigo o dia chega ao fim
E eu vejo-te chegar
Mas no meu acordar
Vejo-te partir
Para mais tarde voltar

Noite, tu que corres
Enquanto eu caminho
No amanhecer morres
E, para te contemplar,
Sinto ganas de gritar…

Pudesse eu caminhar
E pela noite gritar
E veria o acordar
De um novo despertar…



Ricardo Bragança Silveira
9 de Janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

Amordaçado

Amordaçado, é como me sinto
Quero gritar, mas não consigo
Será que estou errado?
Ou será, ainda, que minto
Quando te digo isso aqui ao lado.

Quero tirar esta mordaça
Quero bem alto poder gritar
Mas o mundo é uma ameaça
A cada novo acordar
Para sempre poder calar

Gostava de poder
Encarar o futuro sorrindo
Mas é, assim, rindo
Que eu consigo ver
Este mundo caindo…

Amordaçado, e sem forças
Acorrentado e sozinho
No meio desta luta desigual
Que luto atormentado
Num adeus monumental.

Que posso dizer?
Desisto, não posso mais
Só me apetece correr.
E ao fundo olhar
O mundo a perder.

Mas nesse horizonte
Vejo o Sol nascer
Para além desse monte
A esperança renasce
Num novo amanhecer.



Ricardo Bragança Silveira
6 de Janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Solidão

Olho solitário para o mundo
Que gira rapidamente
E eu penso no segundo
Em que ele pára instantaneamente.

O mundo necessita de viver
Mas primeiro tem de parar
Para conseguir lutar
E depois bem alto dizer
Que tem um mundo para olhar.

E nós, alegres, vivemos a sofrer
Porque pensamos que não podemos
Calar o que está mal
E por esse mal vivemos
Porque o mundo está em destruição
Nesta triste solidão.

Quero partir e olhar o mundo
Para conseguir encarar
E viver no segundo
Em que decido gritar
Para um novo acordar

O mundo é triste
E vive acima de nós
Quem nele habita, tu viste
Que o pode destruir
Até ele eclodir

É neste sentido, que afirmo
Sem ponta de orgulho
Que nós deixámos perdido
O mundo que sonhamos
E que vive sem sentido
Sem rumo no desconhecido.

Sentes o mundo assim?
Pois, eu também o sinto
E, juro-te, não minto
Quando o vejo girar
Sem ao fundo chegar.

É hora de acordar!
É hora de lutar!
É hora de, juntos
Partirmos em busca
E encontrar novos mundos…



Ricardo Bragança Silveira
5 de Janeiro de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Senta-te

Senta-te, contempla a vida
E disfruta do que tens
Porque tens uma ferida
Sempre que não vens
Viver sempre com vida.

Do baixo desse banco
Uma luz ténue tu contemplas
Porque é notória e sentida
A liberdade escurecida
De quando vives sem vida

O que queres fazer?
Levanta-te, levanta-te e encara
O que vês crescer
Nesse ténue horizonte
Que contemplas e que sente

Sim, sente. Algum problema?
O horizonte sente que te estás a afastar.
E por isso continuas sentado
Porque estás a calar
Aquilo que encaras ao longe
E te deixa consternado.

Tu, que estás sentado
É tempo de te levantar
Porque se ficas calado
Perante aquilo que vês
Caminhas para te ver
Lentamente a morrer.

É por isso que precisas
De te levantar imediatamente
Pois aquilo que tens em mente
É algo que tens de ver
Rapidamente a crescer.

É tempo de mudança
É tempo de acreditar
Porque o mundo só dança
Se quiseres ditar
As regras da perseverança…


Ricardo Bragança Silveira
4 de Janeiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Sonho com o ideal sentido
De chegar junto dele
Mas o amor é contido
Naquilo que chamamos
Verdade do delírio

Quando vivemos ao contrário
E encaramos a vida
Sentimos a alegria contida
Para lá de um imaginário.

E lá no alto ele se encontra
E olhá-lo é um regalo
Mas o seu brilho forte
Impede-nos de o encarar
Com a garra da sorte.

Mas lá do alto ele olha
E vê-nos em eterna paixão
Mas dele nada sabemos
Senão aquela razão
Que sentimos e queremos

Mas não te aflijas!
Se pensas que ele te irá abandonar,
Descansa, pois seria mais fácil
Conseguires parar de lutar.

O quê? Já paraste de lutar?
Então sonha, pois para ti
O Sol caiu e não volta
Pois neste grandioso acordar
Nunca mais o verás brilhar

Achas mal? Pensavas que ele estaria lá para sempre?
Tem juízo e luta
Pois nem que saias de repente
O terás na labuta
Do que vem em frente

Mas não te aflijas, não
A noite será tua companheira
E no meio do sermão
Terás como acreditar
Que o Sol partiu sem voltar.

É isso que pagas, meu amigo
Por desistires de lutar
Pois vendo contigo
Quando conseguires acordar
Verás que partiu para não mais voltar.

Vá, chora, mas chora com calor
Porque quando te sentires nas trevas
Que a noite te traz
Irás sentir a profunda dor
Que a desistência audaz
Te deu sem reservas.

Mas que digo eu?
Tu sabes o que fazes
Não precisas de mim
Para caminhares em frente
E no abismo caíres de repente.

Por isso parte
Em busca do ideal
Será mais fácil sentires
Aquilo que está mal
Se nunca para ti mentires.

O Sol está lá
Bem no seu lugar
Mas não queiras cobrar
O lugar que ele conquistou
Porque ao contrário de ti, lutou…


Ricardo Bragança Silveira
2 de Janeiro de 2012

domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz Ano Novo

Já em 2012, desejo que todos os amigos e todas as amigas tenham um excelente ano. Sei que vai ser um ano difícil, cheio de dificuldades, mas os Portugueses são peritos em ultrapassar dificuldades e conseguiremos, com muito sangue, suor e lágrimas, ultrapassar os obstáculos e ser bem sucedidos. Por isso amig@s, desejo-vos um excelente 2012, com saúde, amor e dinheiro...